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domingo, 24 de julho de 2011

Madeira biossintética - uma escolha inteligente

O reaproveitamento de garrafas pet aliado a fibras dá origem ao ecoblock, uma espécie de madeira ecologicamente correta cuja resistência e durabilidade são superiores às do produto convencional


Mais uma novidade em termos de materiais ecologicamente corretos. Fui pesquisar sobre a madeira biossintética e descobri que esses produtos são provenientes de resíduos industriais e fibras vegetais e resultantes de um complexo processo de transformação. São resistentes a impacto, imunes à ação de cupins, impermeáveis e de fácil manuseio. Sua utilização atende a inúmeros segmentos: industriais, moveleiros, construção civil, arquitetura, exportação e paisagismo.

Os setores da arquitetura, decoração e design sempre estudam e pesquisam maneiras de reduzir o impacto causado ao planeta. Outro foco de pesquisa constante é a busca de materiais que substituam os existentes, exercendo a mesma função ou superando-os de forma sustentável. Nessa procura, uma das áreas que têm grande apelo ambiental é o setor madeireiro.

Para amenizar o problema, o setor traz soluções como a madeira de demolição, a madeira certificada e o manejo sustentável, que combatem a extração descontrolada das florestas.

Mas ainda era preciso procurar outras alternativas. Surgiu assim a madeira sintética, produzida a partir da reciclagem de dejetos e resíduos industriais como serragem, fibra de vidro, pneus, papel e uma variedade de plásticos, entre outros materiais. Várias são as vantagens que a madeira sintética apresenta, sendo que a mais difundida é a preservação do meio ambiente, pois, além de evitar o desmatamento, reaproveita materiais que seriam jogados no lixo. A idéia surgiu na Europa e foi trazida para o Brasil há cerca de dois anos pela Ecoblock.

A madeira biossintética também é solução para empresas que conquistaram a ISO 14001 e estão obrigadas a rastrear seus passivos ambientais. Ela utiliza como matéria-prima fibras orgânicas descartadas pela indústria, entre elas as indústrias do agro-negócio, alimentícias e farmacêuticas, automotivas e siderúrgicas.

Os insumos são adquiridos por meio de contratos firmados com empresas captadoras e indústrias geradoras de passivos, o que garante a rastreabilidade dos resíduos. O resultado da mistura dessas substâncias é um produto com preço compatível ao da madeira de lei e resistência mecânica superior.
 
Mais leve e mais barato que o aço, ela pode ser também utilizada na fabricação de uma infinidade de produtos - mobiliário de jardim e carrocerias de caminhão, por exemplo. Pode substituir a madeira natural em inúmeros aspectos, como por exemplo, em tudo que é feito com tábuas (bancos, móveis, pallets, casas pré-fabricadas, marcos de porta, etc).

Resistente a impactos, é produzido sob altíssima pressão, não se deteriora e é impermeável. Por ser composta de plástico e fibras, pode ser colocada em locais úmidos e até submersa.

Algumas outras vantagens:

- Imune à ação de cupins.
- Não solta farpas.
- Fácil de trabalhar: É maleável, e como a madeira, é fácil de ser serrada, parafusada, pregada, colada, etc.
- Resistente a produtos químicos - corrosão.
- Resistente à umidade.
- Não necessita fumigação. (o que é fumigação??)
- Alta durabilidade.
- 100% reciclável.
- O processo produtivo elimina bactérias e inertiza partículas eventualmente tóxicas, por encapsulamento com o componente plástico;
- Não gera subprodutos e não polui;
- Protege a floresta, uma vez que substitui a madeira natural e remove resíduos do meio ambiente;

Em tempo:
 
Os plásticos estão presentes nos mais diversos produtos e tornam-se um problema depois de serem descartados. De degradação demorada – levam mais de cem anos para se decompor – eles são responsáveis por diversos problemas. Um exemplo é São Paulo, que sofre com constantes enchentes, estima-se que 20% do total de resíduos são formados por plásticos.

Os resíduos plásticos constituem um importante fator na questão do lixo sólido como um todo, pois embora representem apenas cerca de 4 a 7% do peso total dos resíduos, devido à sua baixa densidade e o formato dos artefatos produzidos, acaba representando até 20% do volume total. (Instituto de Pesquisas Tecnológicas, Lixo municipal – Manual de gerenciamento integrado. São Paulo: IPT 1995-189).

Além da geração de empregos em todos os setores envolvidos e da possibilidade da regulamentação dos catadores de resíduos plásticos, a reciclagem requer inventividade, criatividade e tecnologia. A Ecoblock traz uma solução para este benéfico desafio: a madeira biossintética, que alia aspectos ecológicos, econômicos e sociais e é composta de resíduos industriais e vegetais variados.

Algumas das vantagens da reciclagem feita pela Ecoblock são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis, e da quantidade de resíduos que necessitam incineração ou são despejados em aterros. A abertura e ampliação do mercado do plástico reciclado por meio de tecnologias inovadoras e produtos como os que oferecemos para o mercado vêm aumentando os índices de reciclagem dos plásticos.

A madeira biossintética tem um mercado extremamente amplo, podendo ser usada com vantagens para quase todos os fins da madeira comum e/ou plástico. Todos sabem que consumir menos é fundamental, e que é impossível reduzir a zero a geração de resíduos, mas iniciativas com a da Ecoblock, contribuem significadamente para melhoria da qualidade de vida no planeta e da regularização de um mercado urgente e essencial para o futuro.

Quer saber mais? Consulte minhas fontes:
http://www.madeiraplastica.allpex.com.br/
http://www.cgimoveis.com.br/tecnologia/news_item.2008-07-28.5074542349
http://www.ecoblock.ind.br/

p.s.: Segundo minha irmã, que se deu ao trabalho de pesquisar, "fumigação" é o processo de controle de pragas através de tratamento químico. Daí o nome, fumigação vem de "fumiga"! Não é incrível??

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Revestimento cerâmico personalizado

Seguindo a linha do "faça você mesmo", agora foi a Ceusa que usou a tecnologia HD pra criar revestimentos personalíssimos. A empresa utiliza o sistema JetPlus de decoração com impressão digital, que permite a reprodução de imagens com alta definição mesmo em grandes formatos, ampla gama de cores, alta resistência e qualidade. O projeto todo consiste na produção de painéis utilizando as imagens que o cliente escolher.


A base é um porcelanato superslim (5mm) com superfícies semi-brilho ou acetinada. Segundo a empresa, é uma opção prática, leve e sustentável, indicada para paredes internas ou externas e pisos de tráfego normal. As peças são retificadas para permitir o assentamento com junta seca, o que garante melhor acabamento.


Não parece incrível? Tomara que eu consiga passar pela bela Urussanga pra conferir o show-room!


sábado, 22 de janeiro de 2011

Estimulando os sentidos

Minha colega Rebeca veio me me perguntar o que eu achava de fazer um piso de banheiro com porcelanato preto. Comentei que achava lindo, mas que pensava que mostra demais a sujeira. Ela, mulher prática que só, encontrou uma solução: o Travertino HD da Portinari que, segundo ela (na verdade, segundo a vendedora da loja), gera um efeito de relevo conforme incide a luz. BÃÃÃH! Fui pesquisar a respeito (fiquei com preguiça de ir até a loja, outro dia eu vou e conto!).

Encontrei diversas linhas dessa série, vejam uma amostra:



Agora vejam o efeito que dá esse negócio numa parede:


Gostei deveras!! A danada da Rebeca ainda disse que vai usar na parede da banheira, pra "dar um efeito" rsrsrs! Malandrona!

Pra quem quer saber um pouco mais, acesse o hot site da empresa!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Novidades ECO e TECNO

Feliz Ano Novo, minha gente!!

Sim, sim, mais uma vez este humilde blog ficou abandonado, mas uma das minhas resoluções de Ano-Novo é postar com mais freqüência em 2011. E começo com uma rápida pesquisa que fiz sobre a linha de tintas Eco da Sherwin-Williams (é assim que se escreve??). Vi um anúncio na Casa Cláudia (muito bonitinho, por sinal) que dizia que a Sherwin era a única empresa com uma linha completa de produtos Eco. Mas o que significaria isso? Resolvi ir atrás da informação, e compartilho aqui:

A linha Eco da SW é feita à base de água, então colabora sensivelmente na redução da poluição e de resíduos, além de ser mais confortável para o usuário em função de menos odor. Algo em que eu nunca havia pensado, e que a empresa cita em seu release, é que esse tipo de produto facilita muito a limpeza dos pincéis, rolos e etc., permitindo que sejam utilizados diversas outras vezes. Legal né? A linha conta com tinta esmalte e acrílica, fundo preparador, massa niveladora, resina impermeabilizante, tinta pra telhas e outros.

Muitas outras empresas estão investindo nesse tipo de produto (muito bom!). Um exemplo é a Weg, que lançou a série W-Eco para móveis tubulares, equipamentos domésticos, máquinas e superfícies metálicas em geral.

Mas o que eu queria comentar meeesmo com vocês (e que achei sem querer no site da SW) é o COLORSNAP. Adivinhem! É um aplicativozinho para iPhone onde você tira a foto e a Sherwin-Williams mostra qual é a cor. Pode ser uma paisagem, o azul do mar, qualquer coisa. Pensaaaaa! É só baixar o programinha no site da empresa e se inspirar com as cores do mundo! Tantas vezes eu olhei pra um tecido e disse "era ESSA cor que eu tava falando!!!!". Hahahaha! Como eu ainda não tenho um iPhone... testem e me contem depois?

Fonte:
http://www.sherwinwilliams.com.br/
http://www.weg.net/

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Um banho de luxo, literalmente!

Lembram das banheiras em forma de sapato de salto alto da italiana Sicis?

Pois os japoneses nunca ficam para trás! A empresa Inax Corporation lançou a bela peça abaixo pela bagatela de US$ 94 mil. Mas a peça vale quanto pesa: a banheira é toda revestida externamente por pastilhas de ouro branco 24 quilates.

Para quem estiver interessado, a peça estará disponível a partir de outubro e os pedidos serão entregues somente a partir de janeiro de 2011. Não chorem, passa rápido! rs!


Confira o vídeo de apresentação do produto no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=IQ-Vwqf7JOw&feature=player_embedded

Na verdade, o vídeo não mostra muita coisa, mas dá pra ter um pouco mais de detalhamento das pastilhas...

É também da Inax esse vaso sanitário especialíssimo: folheado a ouro, toca música digital e custa mais de R$ 75 mil!

Também neste caso, o precinho camarada deve-se ao revestimento em metal nobre e às características tecnológicas do produto: ele contempla um jato de ar quente e esterilização, além de um processo de limpeza criado pela Sharp que mata bactérias através de ionização. E tudo isso acompanhado de um jazz clássico do pianista Yoshiko Kishino, criado especialmente para o produto e emitido pelos alto-falantes acoplados à privada. Nem preciso comentar que o assento é aquecido e a descarga, automática. Óbvio.

O preço dos modelos varia entre US$ 20 mil e R$ 40 mil. Vai encarar?

Fonte: Redação WebLuxo - http://www.webluxo.com.br/

sábado, 17 de julho de 2010

Você não sabia, mas já existe! rsrsrs!

Pessoal, é com muita alegria que publico o primeiro post em terras curitibanas!! Lembram de um post passado, não lembro se foi do Jaime Lerner ou do Burle Marx, em que disse que um dia ainda ia morar em Curitiba? Pois o dia chegou!! Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!

Hahahaha! E como estou meio preguicite em função do frio, vou apenas compartilhar algo que recebi por e-mail, e que muitos devem ter recebido também, mas que me impressionou pela sua magnitude! O que a engenharia e a arquitetura são capazes de fazer hoje em dia, hein??

"Se você quer curtir um mergulho nessa piscina, vai precisar gostar de altura... é no 55º andar!Mas, nadar na borda não é tão arriscado quanto parece. Enquanto a água da piscina “infinita” parece terminar em um despenhadeiro, na verdade ela escorre para uma espécie de canal, de onde é bombeada de volta para a piscina principal. Tem três vezes o tamanho de uma piscina olímpica (150 metros de comprimento), é a maior piscina do mundo ao ar livre, nessas alturas.

Foi feita no impressionante "Skypark", um espaço de lazer em forma de barco, empoleirado sobre as três torres que compõem o hotel mais caro do mundo, que custou a bagatela de 4 bilhões de libras esterlinas (quase inimaginável o número de zeros à direita em reais...), é o Marina Bay Sands, na cidade de Cingapura."

Ma que tal??
Como isso circulou livremente na net, não tenho como citar fontes ou referências. No site do resort (
www.marinabaysands.com/SandsSkypark/Sands_Sky_Park.aspx) dá pra ver mais fotos e detalhes dos ambientes. E caso alguém tenha mais informações a respeito desse projeto MEGA, por favor, contribua com seu comentário!
Beijão!!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Mais do mesmo - Milão 2010

Prosseguindo com imagens da feira, essa bancada aí de baixo era de um material que nós (três) desconhecemos, mas que parece pedra, com variações de tonalidade e um toque "purpurinado", linda! Repararam na coifa?


Abaixo, o corte a laser e a composição em metal garantem modernidade ao conjunto com referências clássicas! Eu compraria rsrsrs!

As coifas "desapareceram" em algumas cozinhas, como essa aqui, embutida em um armário que também abrigou um escorredor de louças suspenso (laca branca brilhosa no móvel todo).
Minhas preces foram ouvidas!! Cooktop BRANCO!!

E como não poderia deixar de ser, o LED apareceu bastante também, principalmente nas cozinhas:


Ma que tal o padrão dos estandes?





Minha máquina fotográfica me decepcionou, prometo que antes da próxima feira compro uma POWER!! rsrsrsrs

domingo, 17 de janeiro de 2010

A casa mais vigiada do Brasil



Eeeeeeeeeeeeeeeeee!! Para os que estavam ansiosos esperando, começou a nova edição do Big Brother Brasil (ao mesmo tempo em que acabou o nosso sossego... santa TV a cabo!!!).

Maaaas, contrariando os que dizem que o tal BBB é um programa inútil, achei um post bem interessante num blog chamado A Caderneta - Anotações sobre Design de Interiores (acaderneta.blogspot.com) com fotos detalhadas e comentários muito pertinentes sobre vários ambientes da casa. Isso sim nos interessa!

Particularmente, sempre achei os quartos da casa do BBB aterrorizantes - pelo excesso de informação, ou pela total ausência, como era aquele "quarto branco". Aliás, se eu tivesse que passar uma hora dentro daquele quarto branco, piraria com certeza! É deprimente. Inclusive já falamos sobre isso aqui no blog, no post sobre o branco.Taí o BBB que não me deixa mentir! Agora, esse quarto que aparece aí embaixo é o pior dos meus pesadelos!




Inspirado na arte dos grafiteiros e tatuadores, deve dar o que falar. Bastariam cinco minutos lá dentro para eu cortar os pulsos!!!!!!!!!!!!

Para os que, como eu, não assistem o reality, mas não negam que podemos ver boas sacadas na decoração da casa, curtam a postagem na íntegra no endereço abaixo, com a vantagem de que ela poderá ser atualizada no decorrer do programa, segundo sua autora (que, aliás, possui outros blogs bem interessantes):


E aí, não vai dar uma "espiadinha"?  ;-)

Imagens:
oglobo.globo.com

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

As inovações dos refrigeradores - aleluia!

Eu nunca consegui usar por muito tempo aquela gavetinha de verduras da geladeira, e todos sabem por que. Ela fica muito embaixo, é desconfortável! Logo, fica aquele espaço ocioso. Hoje em dia, nas moderníssimas geladeiras com duas portas, não se justifica mais ter o freezer em cima e a geladeira propriamente dita embaixo. Isso é herança do tempo das nossas Consul azulzinhas, amarelinhas ou vermelhinhas de uma porta só, onde era preciso que o congelador ficasse em cima pois, como o ar frio desce, ele garantia o resfriamento do restante.


Minha mãe tinha uma dessas!!!*





Pois algum iluminado da Brastemp teve a brilhante idéia de satisfazer essa "demanda...", "demanda...", ah, esqueci o termo que o meu professor falou (seria demanda latente??), mas é aquilo que as pessoas "ainda não sabem" que precisam, mas um dia elas vão descobrir hehehehe! Bom, e eis que foi criada a Inverse, essa bonitona aí da foto, disponível nas cores branca, preta e inox, com freezer embaixo e refrigerador em cima. Além da vantagem óbvia, ela ainda tem a função "bar expert", que avisa quando a bebida está no ponto, e tem outras funções pré-programadas através de controle eletrônico. Chique no úrtimo!



Bom, e outra novidade do ramo que eu já vi há algum tempinho no Limonada-BIZ é um refrigerador da Samsung by GRO Design, que você pode usar tanto na horizontal quanto na vertical, conforme o espaço disponível ou mesmo a proposta do ambiente. A proposta de criação foi fazer um refrigerador que mais se assemelhasse a um móvel, seguindo uma tendência futurista mas retrô ao mesmo tempo, o que tornaria esse eletrônico facilmente adaptável a qualquer ambiente. Legal, né? Resta saber se já está à venda...











*vejam só o que eu encontrei!!!!!!!!!!

Tava procurando uma imagem da nossa geladeirinha azul de outrora quando entrei no site da Consul - http://www.consul.com.br/ - e eis que encontro uma retrospectiva histórica de todos os produtos da marca, contextualizados por época. Muuuuito legal!! Deu até uma saudadinha hehehe! Confiram!

E VIVA AS MINHAS FÉRIAAAAAAAAAAAAAASSSSSSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Fontes:

quinta-feira, 23 de julho de 2009

LED - a luz do século XXI


Hoje em dia, tudo é led. Em todo lugar, você reconhece aquela iluminação diferente e arrojada, e logo alguém dispara: "Legal né? É led!" Eu sempre fazia cara de "oh, que interessante!" mas, no fundo, nunca soube direito o que era. Resolvi pesquisar... e tcharammm! Encontrei essa matéria no Arcoweb, originalmente extraída de uma reportagem de Jaime Silva publicada na edição 55 de Finestra, em dezembro do ano passado, e descobri que a sigla LED significa "light emitting diode" ou no bom português, diodos emissores de luz. Continuei sem entender muito (risos) mas, basicamente, são aquela luzinha de espera dos aparelhos eletroeletrônicos. E depois descobri que sua utilização, atualmente, ultrapassa beeem o básico. Confira!

"Os primeiros leds comerciais foram lançados no final da década de 1960, na cor vermelha, para uso em sinalização de baixa potência, caso dos painéis eletrônicos. Em edificações, foram muito empregados em terminais de centrais de combate a incêndio. Como elemento de iluminação, principalmente nos campos arquitetônico e decorativo, vêm sendo adotados há cerca de dez anos, mas ainda com baixa oferta de potência luminosa (lumens). “Há aproximadamente cinco anos, a disponibilidade de potências aumentou bastante, melhorando essas aplicações”, observa Fernando Romano, engenheiro de vendas da Osram. Durante os jogos Pan-Americanos de 2007, por exemplo, 245 quiosques instalados na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foram iluminados por leds.

Mas a aplicação em fachadas exige suportes e proteção contra intempéries, salinidade (se a edificação estiver próximo ao mar), descargas atmosféricas e outros agentes agressores. Normalmente, os leds são montados em painéis mecânicos, parafusados à estrutura do edifício, podendo-se usar barras, chapas e estruturas metálicas. “Não há grande peso envolvido, mas muitas dessas estruturas precisam ter alta rigidez, devido à ação dos ventos e outros fenômenos”, observa Romano. A durabilidade do led está associada ao projeto, exigindo adequação eletrônica e térmica. “Se esses aspectos não forem observados, ocorrerá baixa vida útil, forte declínio de fluxo luminoso em pouco tempo de uso e mudanças de cores”, adverte Romano, destacando que os leds permitem personalizar projetos e designs. Trata-se de um tubo de vácuo de vidro constituído por dois eletrodos. O diodo é um elemento de circuito que tem a propriedade de conduzir a corrente elétrica apenas em um sentido. Quando energizado, emite luz visível.

As principais indústrias vêm investindo pesado para produzir leds cada vez mais econômicos e duráveis, visando substituir parcialmente as lâmpadas incandescentes e as fluorescentes compactas. Prevê-se para breve a primeira lâmpada led destinada a tomar o lugar das incandescentes convencionais. A Lightfair, feira de iluminação realizada em maio de 2008, em Las Vegas (EUA), apresentou novas aplicações para iluminação pública e de estacionamentos, balcões, residências e escritórios. As pesquisas estão mais avançadas nos Estados Unidos, Japão, Taiwan, China e Coréia do Sul, países que pretendem tornar a tecnologia viável para a iluminação residencial, industrial e pública, no menor período de tempo possível. A cidade de Düsseldorf, na Alemanha, por exemplo, começou a substituir cerca de 10 mil lâmpadas a gás do centro antigo por leds.

A vida útil desses componentes é superior a 50 mil horas, mas o investimento em pesquisas poderá elevá-la para até 100 mil horas nos próximos dez anos. Há informações de que a Ledtronics desenvolveu, nos Estados Unidos, lâmpadas comerciais de led que duram até 11 anos. Outras vantagens são o pequeno tamanho e a variação de intensidade de luz. Com o decorrer das pesquisas, esperam-se ainda leds com maior intensidade luminosa, mais econômicos e com grande flexibilidade de design. Mas, no momento, o grande problema ainda é o preço.


Variação de cores

“No século 21, os leds estarão na mira dos consumidores que desejam produtos de alta qualidade. Por isso, a aplicação desses pequenos pontos de luz é cada vez mais procurada, por ser flexível e econômica”, afirma José Guilherme Sartori, gerente de vendas da Osram. Segundo ele, entre os numerosos atributos dos leds está a variação de cores, diferentemente do que ocorre com as lâmpadas incandescentes. Dependendo do material utilizado em sua composição, pode ser vermelha, amarela, verde e azul. A luz branca pode ser produzida por meio da mistura das cores azul, verde e vermelha ou ainda do led azul com fósforo amarelo.

Sartori informa que existem módulos com placas flexíveis, que possibilitam a montagem em perfis e contornos, adequando-se ao projeto arquitetônico, com formatos e cores diferentes. “Capaz de proporcionar concepções de iluminação mais eficientes, funcionais e artísticas, a novidade permite pôr em prática idéias que antes ficavam só nas pranchetas”, ele conclui."

Para mais informações, consulte as minhas fontes!

www.arcoweb.com.br

www.osram.com.br

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Smarthydro - eu quero uma!


Ai ai... dá pra suspirar só de ver no site, imagina dentro de casa!!

A novidade da iHouse, empresa especializada em automação residencial, é a Smarthydro ou, como a própria empresa a define no site, "a banheira dos sonhos". Dos meus sonhos pelo menos é, com certeza ;-)

Acionada via internet ou através de um controle instalado na parede, o feliz proprietário pode "customizar" seu banho à distância, definindo a temperatura da água, a luminosidade da banheira, a velocidade dos jatos de hidromassagem, a quantidade de essência e se o banho é para uma ou duas pessoas. Pode-se visualizar na tela do celular ou do computador a mesma tela do painel de controle do equipamento. Além dessas facilidades, conta com um sistema de autolimpeza, o que diminui bastante a mão-de-obra.


Para completar, ela é linda! A Smarthydro é composta de vidro curvo nas laterais, dois braços de alumínio, encostos anatômicos em plástico moldado e o corpo em acrílico. Antes mesmo de seu lançamento, já recebeu dois prêmios internacionais na Alemanha: o IF Design e o Red Dot Design Awards.

Pra quem gostou, dá pra simular o funcionamento no site:

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Cristais de luz de Phillipe Starck


Os nomes já sugerem o impacto causado com a visão destas luminárias que parecem luxuosas esculturas: Haaa!!! e Hooo!!! Pois é. Elas foram elaboradas em parceria com a Flos e contam com a participação da americana Energy Star Partners, excelência em qualidade e eficiência energética.

Starck conseguiu dar um estilo clássico e retrô sem abrir mão de materiais contemporâneos. O efeito causado pela iluminação do LED brando em contato com os cristais Baccarat é algo quase hipnótico!

A explicação do designer sobre porque usou cristais na composição destas peças foi que ele pensou em uma tribo cultural composta por pessoas com capacidade de se surpreender e sonhar.

Apenas nove exemplares de piso (Haaa!!!) e outros 49 de mesa (Hooo!!!) foram produzidas, com preços entre US$ 119.250 (piso) e US$ 11.925 (mesa).


Fonte: Kátia Simone para wishreport.ig.com.br