terça-feira, 8 de setembro de 2009

Pop-art sustentável



Meninas, tremei!!

Essa descobri na Casa & Ambiente... um artista plástico paranaense, radicado no Rio, chamado Anderson Thives. O moço, além de um g-a-t-o (!), é formado em artes plásticas e visuais, e também ator, cenógrafo e figurinista com mais de 40 peças no currículo. Ele utiliza uma técnica bem legal de colagem para criar peças inspiradas na pop art de Andy Warhol, Tom Welsseman e Richard Hamilton. No seu trabalho, cria imagens utilizando milhares de pequenos quadradinhos de papel, reutilizando revistas e outros papéis diversos. Bom, eu sou suspeita, amo pop art... ainda mais pop art sustentável!


O blog dele já foi para os meus Favoritos! Acesse e veja as outras belas obras do moço ;-)

andersonthives.blogspot.com

domingo, 6 de setembro de 2009

Soluções para espaços pequenos

Quem não teve o privilégio de morar a vida inteira na mesma casa (como eu, que já me mudei inúmeras vezes) ou quem acompanha, mesmo que de longe, as mudanças no mercado da construção civil, já deve ter percebido que os "espaços de morar" estão cada vez menores. Lembram da casa das nossas avós (sim, casas, de modo geral elas não moravam em apartamentos) com aquelas paredes super espessas, vários cômodos para abrigar a família toda(inclusive aqueles que já haviam saído de casa) e corredores, nossa, como tinham corredores! Quem tem corredor em casa hoje levanta a mão! (risos) Atualmente, a realidade é beem outra: apartamentos de três quartos que medem menos de 80m2, paredes finiiinhas que parecem frágeis a ponto de partirem-se na primeira martelada e uma planta que desafia o melhor dos arquitetos/designers.
Mas seus (e os meus!) problemas acabaram! Elencamos aqui diversas dicas de como aproveitar melhor os pequenos espaços que temos à disposição, tudo com muito charme e funcionalidade!

Cores
Normalmente, cores luminosas ampliam o ambiente, ao passo de que tonalidades escuras parecem encolhê-lo. No entanto, o especialista Francisco Cálio afirma que não precisamos renegar o preto só porque o ambiente é pequeno. Segundo ele, o preto funciona como um fundo infinito, por isso dá impressão de profundidade. Pode-se usá-lo em uma parede ou em algum móvel grande. O Marcelo Rosenbaum também é fã do preto. Podemos ousar um pouco mais principalmente em espaços onde não permanecemos por muito tempo, como nos lavabos. Aí sim, podemos usar cores escuras ou matizes saturadas sem medo de enjoar tão cedo.
Ao pintar as paredes de uma tonalidade mais escura que o teto, têm-se a impressão de pé-direito mais alto. Assim como pintar as paredes em tom mais claro que o teto dá a impressão de que o pé-direito é mais baixo, o que pode trazer maior aconchego.

Pintando de cor mais escura as paredes mais longas de um ambiente retangular, a impressão que temos é de que o ambiente ficou mais "comprido" ainda. Pintanto as paredes menores, o cômodo parece mais "quadrado", ou seja, "encurtamos" o ambiente.

Também podemos apelar para elementos gráficos em conjunto com as cores. Listras verticais alongam o pé-direito, enquanto as horizontais alargam as paredes. Estampas maiores tendem a diminuir o espaço, principalmente se forem utilizadas cores fortes, mas estampas mais miudinhas podem ser usadas sem medo.

Marcenaria

Essa sim, faz verdadeiros milagres pelos espaços pequenos! Seja nas portas de correr, nos painéis que amparam as TVs de LCD, nos nichos e prateleiras suspensas nas paredes... A vantagem da marcenaria sob medida é a personalização, ou seja, considera-se o espaço disponível x as necessidades do usuário para um projeto perfeito.

Mobiliário

Hoje temos à nossa disposição diversos modelos de móveis versáteis, que se adaptam conforme o espaço e a necessidade. Abaixo algumas pecinhas que me pareceram bastante interessantes:

Achei bem legal a idéia das camas box com baú, que conheci recentemente e acabaram tornando-se uma solução e tanto para minha própria (e mini) casa!


Já pensou todo esse "espação" desperdiçado??? Como ninguém pensou nisso antes?

Outra forma de guardar travesseiros, edredons e outros objetos são os gavetões sob a cama, seja box ou convencional. No lugar do gavetão, também podemos optar por uma cama extra, salva-vidas quando os hóspedes chegam!












Os sofás-cama já são nossos velhos conhecidos... Mas como eram feinhos! Ultimamente, thanks God!, estão cada vez mais charmosos!


Mesas elásticas também são uma boa alternativa. A Eliza, da Tok & Stok, é um dos modelos que permitem adequar o tamanho do móvel ao número de convidados!











Outra opção para apoio às refeições são as mesas dobráveis, fixas na parede. Você abre só quando precisa, e junto com banquetas compõe um conjunto bem prático e que ocupa pouquíssimo espaço!











Pufes são sempre bem-vindos! Podem tanto ser utilizados como assentos extra, como móvel auxiliar - mesa de centro, por exemplo! Tem também os pufes-baú, excelentes para manter a casa arrumada sem ocupar espaço. Apesar de gostar mais dos redondos e baixos, reconheço que os quadrados são mais fáceis de encaixar nos móveis, como no sofá para apoio dos pés.
E que tal essa super solução da Tok & Stok para quartos de crianças ou adolescentes, que agrega espaço para dormir, estudar, navegar na net e até receber um amiguinho?





Espelhos

Sem comentários! Já experimentaram usá-los com essa finalidade? Se ainda não, façam isso já! A diferença é gritante, o ambiente fica lindo, pois o espelho amplia a área de luz, e o reflexo faz com que o ambiente pareça maior. Um acabamento em bisotê também tem o seu valor, assim como um adesivinho...

Iluminação

A luz natural é o melhor amigo de um espaço pequeno, pois permite a sensação de amplitude em todos os cantos. Para utilizar bem esse aliado, se a privacidade permitir, evite cortinas; se fizer questão de vestir as janelas, escolha um cortinado leve e semitransparente, sempre em tons claros. Se a luz natural não for muito abundante, invista na iluminação artificial com focos de teto, luminárias de pé e de mesa.

Ufa! Foi o que consegui lembrar assim, de imediato. Se encontrar mais alguma coisa, eu compartilho... e peço que façam o mesmo!

Um excelente feriado! :-*

Fontes:

http://www.tokstok.com.br/

decoracaoconstrucao.com.br

http://www.sofalyn.com/

http://www.casaclaudia.com.br/

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Papel de parede - ele voltou!

História do Papel de Parede
"Os homens primitivos, nossos ancestrais, utilizavam da pintura para decorar as paredes de suas cavernas. Os desenhos e símbolos, que até hoje servem para o estudo da evolução humana, além de registrar sua história, também tinham um caráter decorativo que, assim como o registro de sua presença na terra, até hoje nos acompanha. A pintura das cavernas ou a decoração de uma sala de visitas, demonstra nossa necessidade de expressar nossa individualidade, e em última análise, uma maneira de demarcarmos nosso território.
O primeiro registro histórico sobre a utilização do Papel de Parede, como elemento decorativo, ocorreu na China. Os primeiros papéis foram produzidos rudimentarmente com palha de arroz, evoluindo posteriormente para o pergaminho vegetal. Inicialmente as pinturas eram feitas à mão por artesões, depois evoluiram para grandes carimbos de madeira decorativos que depois de entalhados por artistas eram embebidos em tinta para imprimir em sequência os desenhos. As tiras resultantes do processo eram então coladas nas paredes substituindo as tradicionais que ornavam os ricos palacetes dos mandarins, comerciantes e altos funcionários.
Nos séculos XVI e XVII, a Europa passa ter mais contato com a China e o Papel de Parede passa a ser utilizado pelos europeus para, inicialmente, decorar parte das paredes em substituição as telas e tapeçarias. É nesta época que ele passa a ser utilizado como border decorativo, contornando portas e janelas. Após sua introdução na Europa sabe-se que em 1630 aparece a primeira fábrica de Papel, o Papel-Toutisses (Papel Flocado) na cidade de Roven - França. Em 1634 a Inglaterra inicia a produção em Cambridge.
Os primeiros papéis já impressos aparecem na França em 1638. Os impressos e com relevos moldados em chapas de cobre são produzidos em 1700 na Alemanha. Em 1750 são impressos na inglaterra os primeiros papéis multicoloridos. Em 1770, instala-se em Paris uma fábrica de papéis pintados e flocados, com o sucesso alcançado pelo novo produto já em 1783 a indústria Manufatura Real empregava 400 artesãos. Em 1870 Juan Zuber instala na cidade de Rixheim uma fábrica de Papéis de Parede que funcionou ativamente até 1939. Nesta unidade foram aperfeiçoadas as técnicas de impressão com corantes, mas o grande marco foi o lançamento do primeiro rolo com mais de 4 metros lineares de papel pronto para uso.
No Brasil a introdução do Papel de Parede aparece com a forte imigração européia no final do século passado. Até 1930 ocorreu um pequeno consumo deste produto através das importações. Em função dos altos custos para trazer o produto para o Brasil, o Papel como Revestimento de Paredes foi esquecido. Por volta de 1960, com a modernização dos processos de produção, redução dos custos e consequentemente a popularização do revestimento como alternativa para decorar as paredes, amplia-se consideravelmente o consumo do produto na Europa, Estados Unidos, parte da América Latina e Brasil."
Sucesso nas decorações dos anos 70 e 80, o papel de parede está de volta com força total. Novas tecnologias aliadas a estampas e cores modernas reforçam as vantagens desse que é um dos meus produtos preferidos para revestimento.



Além da enooorme variedade de modelos e acabamentos, o papel de parede é uma alternativa de custo razoável, aplicação rápida e facilmente removível em caso de troca (dizem que só não se deve aplicar papel sobre papel, porque aí sim rasga na hora de tirar).

Hoje é permitido o uso do papel de parede inclusive em áreas molhadas; no entanto, é preciso escolher um modelo vinílico, mais resistente à umidade. Lógico que quanto menor o contato com a água, melhor né! Por isso, nada de aplicar dentro do box! (engraçadinha hahaha!)


Com estampas ou cores muito marcantes, melhor não aplicá-lo no ambiente todo, e sim em uma ou duas paredes, ou em detalhes, como cabeceiras de cama, para evitar a sobrecarga de informações. Também vale a regra para ambientes pequenos: quando mais estampa ou mais escura a cor, menor parecerá o ambiente. Isso não necessariamente se aplica em lavabos, que são locais onde as pessoas normalmente não permanecem por muito tempo. Então, a liberdade para ousar é maior. Assim como listras verticais alongam o pé-direito e listras horizontais ampliam a largura do ambiente. Existem também aquelas estampas geradas pela diferença de textura, tipo fosco/brilhoso, que são ótimas para dar movimento ao ambiente sem poluir.

Outra alternativa interessante para o revestimento de paredes é o tecido. Mas nunca, JAMAIS aplique tecido na parede sozinho! Contrate alguém especializado, porque o risco de desastre é bem grande. Aliás, vamos falar disso em outro tópico, pra não deixar ninguém cair em tentação (risos)! Falando nisso, no caso do papel de parede, não é assim tãão necessário contratar alguém para aplicar. Eu recomendo, a não ser que você tenha tempo e paciência de sobra. Além disso, se optar por um papel estampado, o mais complicado é emendar os desenhos, o que precisa ser levado em conta também no momento da compra (comprar uns metrinhos a mais, contando com os cortes). As emendas são inevitáveis, pois os rolos de papel de parede possuem metragem padrão de 10 metros por 53 centímetros, ou seja, a cada meio metro será preciso fazer uma emenda. O vendedor é a pessoa indicada para tirar as medidas e calcular a quantidade de material que será necessária para forrar um ambiente.

Seguem links das minhas fontes e de fornecedores de papel de parede mais conhecidos. Divirta-se!

http://www.casadopapeldeparede.com.br/

http://www.mirandagreen.com.br/

http://www.bucalo.com.br/

http://www.orlean.com.br/

http://www.sdsugestoes.com.br/

http://www.liderpapeldeparede.com.br/

domingo, 23 de agosto de 2009

Limpo e natural

Produtos de limpeza prometem eficiência sem substâncias químicas
Por Renata Agostini • 21/08/2009

Ninguém nega que os produtos de limpeza sejam uma verdadeira mão na roda no momento de cuidar da casa. Cada vez mais eficientes e práticos, eles fazem parte do cotidiano e são grandes armas na luta diária contra o encardido do azulejo ou aquela mancha insistente no uniforme das crianças. Porém, se por um lado, detergente, sabão em pó e limpa-vidros formam um time poderoso contra a sujeira, seu uso excessivo pode causar grandes transtornos ao meio ambiente e até problemas à sua saúde. Já que não dá para viver sem eles, uma alternativa pode ser descobrir os produtos de limpeza naturais, que prometem ser eficazes, mesmo sem substâncias químicas.

Ainda pouco conhecidos e raros no mercado brasileiro, estes produtos procuram na própria natureza soluções para a limpeza doméstica e descartam a adoção de tensoativos - substâncias responsáveis pela remoção da sujeira e pela formação da espuma -, corantes ou conservantes que agridam a natureza ou a saúde dos usuários. A linha Bio Wash, da empresa paulista Cassiopéia, por exemplo, segue este propósito e conta com seis tipos de produto: lava-louças, desengordurante, limpa-banheiro, lava-louças concentrado, lava-roupas e multi-uso, todos feitos a base de ingredientes vegetais. Segundo Eric Arthur Azevedo, gerente de marketing da empresa, a eficácia da linha, que, de acordo com ele, apresenta rendimento igual ou superior à concorrência, garante uma boa relação custo-benefício para o consumidor, além de não apresentar risco para pessoas alérgicas e crianças.

Eucalipto, citronela, óleo de laranja e capim limão são alguns dos materiais alternativos usados na fórmula dos produtos da Bio Wash. "Nenhum deles contêm derivados de petróleo, tensoativos, fosfatos ou produtos de origem animal. Os corantes utilizados foram extraídos de uma planta comestível. A idéia é que se a dona de casa pode comer, ela pode aplicar em sua casa", explica Eric Arthur Azevedo.

O manuseio de produtos covencionais ricos em detergente podem causar problemas na pele, como micoses e reações alérgicas, além de provocar o ressecamento cutâneo, esclarece a dermatologista Ana Carolina Rocha, da clínica Lavitalité. "Esses produtos contêm muitas substâncias químicas e acabam removendo o manto lipídico da pele, uma espécie de cobertura, composta por ceras e agentes hidratantes, que produzimos diariamente para servir como barreira. Por isso, o ressecamento é imediato", afirma.

A candidose é um tipo de micose que aparece nas mãos e é bastante comum em pessoas habituadas a lavar louça. Segundo a dermatologista, o uso de produtos detergentes e corrosivos tornam as cutículas mais permeáveis, o que as impede de proteger de forma eficaz a unha. Por isso as micoses aparecem em regiões queratinizadas.

Já as alergias podem se manifestar de diversas formas, em áreas delimitadas, com reflexos em todo o corpo, apresentando bolhas na superfície da pele ou coceira. "Pessoas alérgicas têm de ter cuidados redobrados, porque seu manto lipídico se torna sensível com muita facilidade. Os produtos de limpeza possuem substâncias muito fortes como perfume, emulsionantes, conservantes, corantes. Recomendo sempre que as pessoas usem luvas e máscaras quando forem cuidar da limpeza, porque você inala aquilo e caba ficando horas no seu organismo", comenta Ana Carolina Rocha.

O meio ambiente também acaba sofrendo com o uso abusivo dos produtos de limpeza convencionais, que reúnem em sua fórmula uma série de componentes tóxicos e, ao serem descartados, afetam a vida de microorganismos e de seres aquáticos maiores. Além de conterem detergentes que atuam na remoção de gorduras, eles trazem ainda essências, branqueadores, compostos para dar brilho e conservantes, substâncias com grande toxicidade, como explica o professor Gandhi Giordano, do departamento de engenharia sanitária e meio ambiente da UERJ. "Além do detergente, há outros coadjuvantes que dão auxilio para que o produto fique bem aos olhos do consumidor. Para que tenha cheiro agradável, aja mais rápido ou dure mais na despensa. Não tem a ver com a ação de limpeza", esclarece.

Pensando nos danos a natureza, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisa as fórmulas e registra os produtos que possuem detergentes biodegradáveis, uma exigência da lei brasileira. Apesar dos esforços do órgão para regularizar o setor, ainda é possível encontrar nas prateleiras diversos produtos fora das especificações legais. "A Anvisa verifica se os componentes são biodegradáveis, porque tóxicos todos são. Muitos produtos ainda desrespeitam a lei, em geral, aqueles de segunda linha, vendidos em subúrbios ou em mercados não qualificados", diz Gandhi Giordano.

Segundo o professor, os produtos de limpeza naturais podem ser uma alternativa para o problema, mas devido a sua produção incipiente e pouca entrada no mercado, não podem ser considerados uma solução para a questão ambiental. "Não sei se teríamos como produzir em larga escala para atender a população em curto prazo. O que temos de fazer é nos preocuparmos em consumir menos, apenas o necessário. Detergente para louça, para a pia, limpa- vidros, para o piso da sala, do banheiro. Usamos uma quantidade enorme de produtos", enumera.

De olho no perigo dos produtos de limpeza, o Greepeace preparou algumas dicas para quem deseja substituir seu uso por alternativas caseiras que, além de não serem poluentes, são bastante econômicas. O vinagre de cozinha é o primeiro da lista. Diluído em água, pode ser usado como desengordurante, removedor de manchas e odores e ainda ajuda na limpeza de azulejos e panelas.

O bicarbonato de sódio, também em solução aquosa, pode ser um aliado na limpeza de pias, bidês e vasos sanitários por sua ação desinfetante. Ele pode substituir o removedor de limo à base de cloro dos azulejos e ser de grande utilidade na limpeza de panelas manchadas.

Você pode ainda experimentar produzir seus próprios produtos de limpeza. A partir de materiais como limão, sabão em barra e folhas de eucalipto é possível fazer detergente e desinfetante caseiros. A dica é do "Programa nacional da racionalização do uso dos derivados do petróleo e do gás natural", do Ministério de Minas e Energia.

Receita de detergente caseiro

Ingredientes:
- 200 g de sabão em pedra (de glicerina ou de coco) picado
- 3 litros de água
- suco coado de 1 limão
- 3 colheres de sopa de amoníaco
Modo de Preparo:
Coloque em um balde 2,5 l de água e o suco de limão. Coloque o sabão com a água restante numa panela e aqueça em fogo baixo, mexendo bem até dissolver. Em seguida despeje o sabão no balde e mexa bem, acrescentado o amoníaco. Continue mexendo até estar tudo muito bem misturado. Está pronto, guarde o detergente em recipientes não-metálicos bem tampados. Rende aproximadamente 3 litros de detergente.
* Em dias frios, o sabão do detergente pode coagular, para que vote a normal é preciso agitá-lo bem ou aquecê-lo levemente.

Receita de desinfetante caseiro

Ingredientes:
- sobras de sabão (de preferência feito com gordura vegetal) picadas- 1 litro de álcool líquido
- 4 litros de água
- cerca de 30 a 40 folhas verdes de eucalipto ou tintura de eucalipto pronta
Modo de Preparo:
Deixe as folhas de molho no álcool durante dois dias, até formar uma "tintura". Ferva 1/4 da água com o sabão em fogo baixo, mexendo sempre, até dissolvê-lo. Tirar do fogo e juntar ao restante da água acrescentando a tintura das folhas, misturando tudo muito bem. Está pronto para armazenar e usar.
Fonte: MSN Mulher